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          A Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), criada em 2002, não restrita à participação de pesquisadores/as negros/as, visa congregar e fortalecer laços entre pesquisadores/as, que tratem da questão racial, direta ou indiretamente, ou se identifiquem com problemas que afetam a população negra e, principalmente, estejam interessados (as) em seu equacionamento.

          Para promover a consolidação da ABPN em âmbito nacional, os Congressos  Brasileiros de Pesquisadores/as, que começaram a ser realizados em 2000, também passaram a acontecer regionalmente a partir de 2013, com  I COPENE SUL sediado na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e, em 2015, na Universidade Federal do Paraná (UFPR) quando foi eleita a Universidade Federal de Santa Catarina para sediar o III COPENE SUL, em 2017.

          O I COPENE SUL, realizado em 2013, em Pelotas\RS, teve como tema “Saberes Negros do Sul do Brasil; Pensamento Afro-brasileiro; Pensamento Africano e da Diáspora”. Seu objetivo foi aprimorar e aprofundar a capacidade investigativa dos pesquisadores/as da Região Sul por meio de intercâmbio acadêmico com pesquisadores/as e perspectivas teórico-metodológicas desenvolvidas por autores/as internacionais e nacionais de referência e reconhecimento acadêmico, buscando, ao mesmo tempo,  promover o reconhecimento e a sistematização dos saberes locais, dos saberes emergentes e saberes emancipatórios dos/as pesquisadores/as,, dos/as, ativistas dos movimentos sociais, de membros de comunidades tradicionais.

          O II Copene Sul, com o tema Saberes Negros do Sul do Brasil; Pensamento Afro-brasileiro; Pensamento Africano e da Diáspora, aconteceu em Curitiba, em 2015, e  teve como objetivo congregar o conhecimento produzido pelos/as cientistas e intelectuais negros/as vinculados à ABPN e aos NEABs, em diálogo com o conhecimento produzido pela intelectualidade negra brasileira e da diáspora, bem como com os movimentos sociais negros, comunidades quilombolas, e tradições religiosas de matriz africana (comunidades de terreiro) e comunidades tradicionais.

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