Relação dos Eixos Temáticos – COPENE SUL 2017

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EIXO 1: Literatura e demais produtos culturais para infância e juventude e a diversidade étnico-racial

O Grupo de trabalho “Literatura e demais produtos culturais para infância e juventude e a diversidade étnico-racial” tem como objetivo agregar estudos em torno das produções para crianças e jovens (literatura, música, dança, teatro, entre outros), privilegiando textos concernentes às culturas africanas e afro-brasileiras.  Pretendemos através das discussões, evidenciar o papel dessas produções para a (re)significação das identidades negras e, por conseguinte, para  a formação do repertório dos destinatários em espaços de formação (Instituições de educação básicas e outros espaços formativos).

Eliane Santana Dias Debus (UFSC)

elianedebus@hotmail.com

Possui graduação em Letras Licenciatura Português e Inglês pela Fundação Educacional de Criciúma (1991), mestrado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (1996) e doutorado em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2001). Atualmente é professora da Universidade Federal de Santa Catarina, atuando no Departamento de Metodologia de Ensino e no Programa de pós-Graduação em educação.. É líder do Grupo de Pesquisas LITERALISE: Grupo de pesquisa em literatura Infantil e juvenil e práticas de mediação literária, da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Educação e Letras, com ênfase em Literatura Infantil e Juvenil, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura infantil, literatura infantil e juvenil, formação de leitores, formação de professores e leitura literária.

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Maria Aparecida Rita Moreira (SEE)

cida25fevereiro@gmail.com

Possui doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (2014) e mestrado em Letras Inglês pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001). Atualmente é professor – Secretaria de Educação e Inovação do Estado de Santa Catarina. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura infanto-juvenil, literatura brasileira, Educação para Relações Étnico-Raciais (ERER), formação continuada (presencial e a distância) e projetos interdisciplinares.

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Paulo Vinícius Baptista da Silva (UFPR)

pauloviniciusufpr@gmail.com

Possui Bacharelado e Licenciatura em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (1991), Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (1996) e Doutorado em Psicologia (Psicologia Social) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005). Foi Editor da Educar em Revista (2009-2011), Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação (2011-2012), coordenador do GT Educação e Relações Raciais da ANPED (2010-2011), vice-coordenador do mesmo GT (2008-2009; 2012-2013), representante da Região Sul na Diretoria da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN – 2010-2012). Atualmente é bolsista produtividade 2 do CNPQ, atua no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE-UFPR) e Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB-UFPR). Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: relações raciais, racismo, políticas afirmativas, construção social da infância, políticas para a infância.

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EIXO 2: Arte e culturas afro-brasileiras e africanas

Este grupo de trabalho visibiliza pesquisas que articulem arte e cultura afro-brasileira e africana como expressões de resistência aos processos de escravização e colonização dos povos africanos. Dentre outros movimentos artísticos e literários há que se considerar a estética corporal pela capoeira e pelo samba e suas narrativas concebidas sob o ponto de vista dos modos de ser e estar dos negros no mundo. Discutir a produção artística visual, bem como os aspectos históricos, filosóficos, antropológicos e sociais negros, considerando as peculiaridades das identidades e do sistema da arte globalizado.

Carlos Alberto Silva (FURB)

carlosnago@yahoo.com.br

Doutor em Ciências da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2016), mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003) e graduação em Letras pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (1997). Coordenador do Núcleo de Estudos Negros (Neab/Furb). Apresentador do programa semanal Batuque na Cozinha pela Furb FM e apresentador do programa semana de entrevistas Cidadania em Debate pela Furb TV. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Organização Editorial de Jornais, atuando principalmente nos seguintes temas: arte; cultura negra (samba); publicidade; propaganda, slogan, marca, identidade, jornalismo; crônica; jornalismo; narrativa; literatura e imagem; revista; publicidade; propaganda.

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Lisandra Barbosa Macedo Pinheiro (UDESC)

lisamacedo@gmail.com

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em História – História do Tempo Presente – na Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC, sob orientação do Prof. Dr. Paulino de Jesus Francisco Cardoso. Possui Graduação e Mestrado em História na Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC. Pesquisadora filiada à Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as)/ABPN e ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros/NEAB-SC, participando do Programa de Extensão Memorial Antonieta de Barros. Atua profissionalmente como servidora efetiva no Governo do Estado de Santa Catarina, exercendo a cargo de Analista de Cultura na Gerência de Políticas de Cultura da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. Como pesquisadora na área de História do Tempo Presente, trabalha com temas ligados à cultura afro-brasileira, especialmente na área da música popular, povos de terreiro, patrimônio cultural e políticas culturais.

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Carlos José Silva (Furb)

tigremuzenza@gmail.com

Mestre graduado pelo Grupo Muzenza de Capoeira. Mestre em Educação pela Fundação Universidade Regional de Blumenau – FURB (2011). Professor da disciplina Esporte Individual III – Capoeira na Fundação Educacional de Brusque – UNIFEBE. Professor das disciplinas Introdução à Lutas e Capoeira na FURB. Especialista em Educação Física Escolar pelo Instituto Catarinense de Pós-Graduação – ICPG (2003). Membro do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) da FURB e do Movimento de Consciência Negra de Blumenau – Cisne Negro. Graduado em Educação Física pela Fundação Universidade Regional de Blumenau – FURB (2001). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Física, atuando principalmente nos seguintes temas: Capoeira, Capoeira e Educação, Cultura e Interculturalidade. É praticante de Capoeira desde 1982 e professor desta mesma modalidade desde 1991 em Blumenau.

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José Endoença Martins (Furb)

endoenca@yahoo.com.br

Possui graduação em Letras (Inglês/Português) pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB,1974), mestrado em Letras (PGI:Inglês e Literatura Correspondente) pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC,1992), doutorado em Letras (PGI:Inglês e Literatura Correspondente) pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC,2002) e Doutorado em Estudos da Tradução (PGET) pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC, 2013). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Letras, atuando principalmente nos seguintes temas: negrice, negritude, negritice, ficcionalização, niilismo, amor, gênero, raça, identidade, gênero, pós-modernismo, intertextualidade e signifying, rewriting, translation.

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EIXO 3: Intelectualidade Negras

Analisar a trajetória dos intelectuais negros(as) no pós-abolição. Problematização das fontes e arquivos de pesquisa sobre os intelectuais negros(as) no Brasil. Análise da produção literária dos intelectuais negros nos jornais, revistas, livros e discursos no pós-abolição.    

Fábio Garcia (CMC/Florianópolis-SC)

fabiogarciahistoria@hotmail.com

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). Atua principalmente nos seguintes temas: intelectuais, identificações negras, memória.

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Karla Leandro Rascke (PUC/SP)

karlaleandro@gmail.com

Doutoranda em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e bolsista CNPQ. Mestrado em História Social pela PUC-SP (2013), Graduada (Licenciatura e Bacharelado) em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2009). É pesquisadora associada ao Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora (CECAFRO) da PUC-SP e ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina (NEAB-UDESC) e professora Tutora a distância no curso de Pedagogia EaD da UDESC. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: história, populações de origem africana, irmandades, relações étnico-raciais e diversidade.

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EIXO 4: Questões urbanas e população negra

Esse GT se propõe a receber pesquisas e ensaios que desenvolvam estudos sobre a população negra no espaço urbano no sul do Brasil, em suas distintas perspectivas. Nesse sentido, podem ser discutidas análises sobre construção desigual do espaço urbano, exclusão espacial, segregação racial, discriminação socioespacial, racismo ambiental e temas similares analisados a partir de diferentes áreas de conhecimento.

Marivânia Conceição de Araújo (UEM)

marivaniaaraujo@yahoo.com.br

Possui mestrado em Desenvolvimento,Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1997) e doutorado em Sociologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia urbana, maringá, identidade social, relações raciais e habitação. É pesquisadora do Observatório das Metrópoles – Núcleo Região Metropolitana de Matingá – CNPq – Instituto do Milênio.

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Azânia Mahin Romão Nogueira (UFSC)

azaniarn@gmail.com

Geógrafa pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Santa Catarina, na linha Dinâmicas e Configurações de Espaços Rural, Urbano e Regional. Participa do Núcleo Vida e Cuidado (NUVIC).

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EIXO 5: Corpo, gênero, sexualidades e interseccionalidades

Os debates em torno dos temas gênero, corpo, sexualidade, raça e classe vêm sendo crescentes nas trajetórias de pesquisas feministas, sobre mulheres/homens ou partir da teoria de gênero. A fim de evitar perspectivas reducionistas, tais estudos têm tomado gênero, sexualidade, raça e classe como marcadores sociais de diferença que atuam de modo articulado na produção contínua de desigualdades e enfrentamentos sociais. Este Eixo Temático se propõe a reunir trabalhos que consideram a interseccionalidade entre os marcadores sociais de gênero, sexualidade, classe e raça na produção de sujeitos, corpos e identidades individuais e coletivas.

Marcio Rodrigo Vale Caetano (FURG)

mrvcaetano@gmail.com

Líder do Nós do Sul – Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Identidades, Currículos e Culturas, graduado em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com mestrado e doutorado em educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Como parte dos estudos de pós-graduação, realizou estágio no Programa de Estudios Feministas do Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades da Universidad Nacional Autónoma de México (CEIICH- UNAM). Professor de Políticas Públicas da Educação na Universidade Federal do Rio Grande (FURG), orienta investigações desenvolvidas nos Programas de Pós-graduação em Educação e em História. A partir dos estudos feministas, decoloniais e queer, os temas de interesse e de pesquisa são: 1. desigualdades e marcadores sociais de diferenças; 2. currículos e culturas; 3. masculinidade(s)/homens; 4. população lésbica, gay, bissexual, travesti e transexual e 5. Gênero. É co-editor da Revista Momento: diálogos em educação. Entre 2013 e 2014, ocupou a secretaria executiva da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura ? ABEH – e a suplência no Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Atualmente é membro do Conselho Superior (CONSUN) da FURG.

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Angélica Pereira (UFSC)

angelicagp2004@yahoo.com.br

Graduada em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, é mestra e doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Durante aproximadamente quinze anos atuou como professora dos anos iniciais e em equipes pedagógicas de escolas das redes pública e privada da grande Porto Alegre. Foi docente do Centro de Educação (CEDU) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), atuando no setor de Didática. Atualmente é professora do Departamento de Estudos Especializados (EED) do Centro de Ciências da Educação (CED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desenvolvendo suas atividades nas áreas de Organização Escolar, Teoria Geral e Planejamento Curricular e Pesquisa em Educação. É integrante do grupos de estudo Juventudes, Culturas e Formação(CEDU/UFAL) e do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Diferença, Arte e Educação (ALTERITAS), CED/UFSC. É vice-líder do Grupo de Pesquisa Feminismos e Educação – GFemE. Tem experiência em Educação, com ênfase na formação de professores/as, didática e currículo. Seus temas de interesse focalizam sujeitos e processos educativos em espaços sociais diversos e suas inscrições culturais.

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EIXO 6: Feminismos negros

Este Eixo tem como finalidade reunir pesquisadoras para discutir e refletir sobre as experiências (acadêmicas, literárias, artísticas, ativistas, entre tantas outras) de mulheres negras na diáspora, em especial no Brasil. Historicamente, as mulheres negras têm explorado diferentes formas de resistência contra as estruturas engessadas pelo racismo, sexismo, colonialismo, patriarcado e pela heteronormatividade, contrariando os poderes até então estabelecidos. Os espaços sociais ocupados por essas mulheres desde as margens têm sido ressignificados e transformados em espaços políticos para elaboração de práticas emancipatórias e em cenários para reflexões teóricas e produção de conhecimento. Neste sentido, pretendemos compreender as condições que configuram estes discursos feministas negros, suas pautas e diferentes modos de resistência, apontando para deslocamentos epistêmicos, na tentativa de firmar um espaço de interlocução que articule aspectos interdisciplinares ou multidisciplinares sobre o legado produzido pelas feministas negras, dentro e fora dos espaços acadêmicos. Tendo em vista esse quadro, convidamos as pesquisadoras, estudantes e ativistas a apresentarem seus trabalhos nas múltiplas direções abertas pelas feministas negras em diferentes áreas do conhecimento, refletindo sobre discursos, performances, variadas linguagens por meio das quais mulheres negras vêm afrontando o mundo que as cercam, em vias de traduções. Negritar as potências e desafios das lutas e narrativas de nossas mulheres é crucial, pois amplia e fortalece as construções de mulheres negras como sujeitas da história.

Cristiane Mare da Silva (PUC)

cristiane.mare.silva@gmail.com

Doutoranda em História Social (PUC/SP); Mestra em História Social 2016 (PUC/SP) . Entre o período de 2007 e 2009, realizou estudos complementares na área de estudos literários e hispano/americanos na Universidade Nacional de Asunção. Graduada em Letras 2006, pela Universidade do oeste do Paraná. Trabalhou como professora e tutora, na formação continuada de professores, para a implementação da 10.639 (ERER), no NEAB da Universidade do estado de Santa Catarina (UDESC), e na educação de jovens e adultos, na prefeitura de Florianópolis. Colunista no Portal Catarinas, escreve no blog Literatura Afrolatina e Diásporas do Atlântico, teve seus poemas lançados nos Cadernos Negros volume 39. Tem experiência em literatura e história, com ênfase nos seguintes temas: literatura negra, estudos africanos e da diáspora, tradições orais e feminismo negro. Atua como pesquisadora associada no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (UDESC) e no grupo de estudos Cecafro da (PUC/SP). Tradutora de espanhol da Revista da ABPN. Uma das fundadoras do Coletivo Pretas em Desterro, fez parte da coordenação da Marcha de Mulheres Negras em Santa Catarina/ 2015.

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Eveline Pena (UFSC)

evelinepena@yahoo.com.br
Graduada em Comunicação Social – habilitação Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário Franciscano – UNIFRA – (2009), com experiência nas áreas de Redação Publicitária, Planejamento de Campanha e Produção Gráfica e em Assessoria de Comunicação da Cia. de Dança Afro Euwá-Dandaras. Mestra (2014) em Ciências Sociais – Linha Identidades Sociais, Etnicidade, Educação, Mídia e Consumo, pela Universidade Federal de Santa Maria. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, na Universidade Federal de Santa Catarina – Linha Gênero e suas Inter-Relações com Geração, Etnia e Classe. Pesquisadora da área de gênero, raça, feminismo negro, etnicidade, identidade étnica e cultura afrodescendente.

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Ivanilde Guedes de Mattos (UEFS)

ivyfirmina@gmail.com

Doutora e Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia/UNEB; Pós-Graduação em Metodologia do ensino da Educação Física e Esporte pela UNEB; Licenciada em Ed. Física pela Universidade Católica do Salvador/UCSAL. Atualmente docente do curso de Licenciatura em Ed. Física da Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS; Membro da Comissão de Ações Afirmativas da UEFS; Líder do Grupo de Pesquisa Firmina(CNPq): Pós Colonialidade, Educação, História e Ações Afirmativas. Filiada da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros-ABPN e dos pesquisadores Negros da Bahia-APNB. Vice-Coordenadora do Instituto de Estudos Africanos e da Diáspora-IEADI. Membro da comissão da 1 Marcha do Empoderamento Crespo de Salvador.

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EIXO 7: Religiosidades e identidades negras

O objetivo deste eixo temático é discutir a temática das religiões de matriz africana e afro-brasileira, no contexto nacional e internacional. Pretende-se ampliar a multidisciplinaridade da temática a fim de priorizar os contextos sociais, históricos e culturais, destacando as memórias das religiões, os direitos humanos e a intolerância religiosa. Também serão acolhidos os trabalhos que abordem a relação das religiões afro-brasileiras com o gênero, a tecnologia africana, as políticas públicas, a saúde, o meio ambiente, a urbanização, territorialidade e os terreiros de Candomblé.

Jeruse Romão (FEDERER)

jeruse13@gmail.com

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade do Estado de Santa Catarina (1983) e mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2000). Atualmente é vinculo livre da Universidade do Estado de Santa Catarina, vinculo livre da Universidade do Estado de Santa Catarina, sem vínculo – Secretaria de Educação do Estado de Santa Catarina, consultora da Prefeitura Municipal de Florianópolis, consultora da Prefeitura Municipal de Florianópolis e membro titular do Ministério da Educação. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, teatro experimental do negro, ensino profissional, currículos e políticas educacionais.

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EIXO 8: Ações afirmativas no ensino superior e protagonismo

O eixo temático tem como objetivo acolher pesquisas que discutam as políticas de ações afirmativas no ensino superior, seu processo histórico de organização e mobilização social, o  protagonismo do movimento social negro, a análise do impacto institucional, as trajetórias de estudantes negros cotistas, indicadores de avaliação das ações afirmativas, as estratégias de permanência na universidade. A análise das propostas de ações afirmativas em programas de pós-graduação também serão bem vindas.

Paulino de Jesus Cardoso (UDESC)

paulino.cardoso@gmail.com 

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (1988), mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1993) e doutorado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004). Pró-Reitor de Extensão, Cultura e Comunidade da UDESC (2008/2012), membro da Comissão Assessora de Diversidade para Assuntos Relacionados a Educação dos Afro-Brasileiros – CADARA/MEC (2003/2015), membro do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial – CNPIR/SEPPIR (2012/2016), presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros – ABPN (2012-2017). Atualmente é Diretor da Associação de Investigadores Negros da América Latina e Caribe (AINALC), Secretário Nacional de Educação da União de Negros pela Igualdade – UNEGRO, Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UDESC, consultor – Casa das Áfricas, membro de Comissão Acompanhamento da Lei de Cotas do Ministério da Educação e professor associado – dedicação integral da Universidade do Estado de Santa Catarina. É Tem experiência na área de História, com ênfase em História e Populações de Origem Africana no Brasil e Em Santa Catarina, atuando principalmente nos seguintes temas: negros, história, educação, Santa Catarina e populações de origem africana.

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Andréa Maila Voss Kominek ( UTFPR)

amvkominek@gmail.com

Possui Graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (1996), Mestrado em Tecnologia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (1999) e Doutorado em Sociologia pela Universidad de Salamanca – Espanha (2006). Atualmente é professora de Filosofia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Tem experiência na área de Filosofia, Sociologia, Ética e Tecnologia, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria habermasiana, ação comunicativa, teoria crítica, educação tecnológica, teoria feminista e gênero.

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EIXO 9: Quilombolas, direitos e políticas públicas

As temáticas que contemplam a discussão proposta no Eixo 9, perpassam  aspectos relativos a pesquisas e investigações que  contemplam a historicidade e contemporaneidade dos quilombos no Brasil no que tange às diversas  conformações territoriais – rurais e urbanas –  bem como, às políticas de regularização fundiária que articulam  a titularidade da terra a outras esferas de  direitos  como educação, saúde, moradia e lutas outras como equidade de gênero e combate à violência em todas as suas instâncias. As  reflexões abordam as identidades sociais emergentes e  a confluência das especificidades quilombolas com as questões étnico-raciais mais amplas da população negra, tendo como acento o rol das Políticas Públicas que  interseccionam raça/classe/gênero e que, igualmente, conjugam enfoques transdisciplinares para  construção e implementação das mesmas. A educação-básica e superior – nos  procedimentos epistêmicos, pedagógicos  e políticos  para se pensar  o acesso e permanência da população quilombola nestes espaços. A emergência do movimento  quilombola, organização, especificidade e metodologias de ação. Os/as atores sociais das organizações quilombolas e as dimensões geracionais como representativas  da multiplicidade de fazeres/saberes  constitutivas de territórios plurais. Dimensões como corporeidade, religiosidade, artísticas e  estéticas como possibilidade de compreensão da dinâmica territorial e patrimonial das comunidades quilombolas.  Os quilombos como patrimônios culturais,  na perspectiva dialógica que os estados da região Sul  estabelecem internamente, entre si, e com países da vizinhança na conjugação com regimes opressão  e  os espaços (re) criados de liberdade.

Georgina Helena Lima Nunes (UFPel)

geohelena@yahoo.com.br

Possui graduação em Educação Física e Técnico em Desporto pela Universidade Federal de Pelotas (1989), Especialização em Educação Psicomotora (2001) URCAMP, Especialização em Educação UFPel (1994), Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (1997) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Pelotas, Faculdade de Educação, tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Rural, Educação das Relações Raciais, Educação Quilombola e Gênero, Políticas Afirmativas no Ensino Superior. Lider do Grupo de Pesquisa Movimentos Sociais e Educação (MovSE).

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Sônia Marques (UNIOESTE)

mrqs.sonia@gmail.com

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Santa Maria (1987), Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2000) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008). Atualmente é professora Adjunta no Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus de Francisco Beltrão. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação – Linha de pesquisa em História da Educação na Unioeste, Campus de Cascavel. Docente do Curso de Mestrado em Educação, Campus de Francisco Beltrão, linha de pesquisa: Cultura, Processos Educativos e Formação de Professores. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em História da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, história, identidade, comunidades quilombola, memória e ensino de história.

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EIXO 10: Educação, relações étnico-raciais e infâncias negras

A construção de novos sentidos para infâncias negras constitui-se num eixo de análise científica e de ações estruturais fundamentais para o país na contemporaneidade. Assim, o simpósio proposto visa criar um espaço de debates e articulações entre pesquisas acadêmicas e ações práticas realizadas em diferentes âmbitos – Universidades, Organizações não-governamentais e Secretarias de Educação – que contemplam e pesquisam acerca do universo das infância(s) negra(s) em múltiplas perspectivas. Temos como horizonte potencializar as reflexões sobre os problemas vividos por meninas negras, e, meninos negros brasileiros, e, os desafios na elaboração de políticas promotoras da igualdade racial no Brasil que pesquisadores, gestores de políticas públicas e ativistas preocupados com as questões dos direitos sociais para a infância vem enfrentando para constituírem a luta antirracista.  Aproximação das múltiplas dinâmicas de vida experienciada por  meninas e meninos negros  não é uma tarefa fácil. Antes, se reveste de desafios sócio-políticos e teórico-metodológicos, que demanda a revisão da lógica que tem presidido a produção e veiculação de conhecimentos e de práticas sociais elaborados sobre os significados do ser criança negra no Brasil. Neste sentido, propomos por meio de uma perspectiva interseccional, a construção de novas miradas de culturas e conhecimentos, com foco privilegiado na Educação, como caminhos possíveis para frente às construções racistas que incidem sobre as infâncias negras. Por tudo isso, faz-se necessário um espaço de encontro e construção coletiva de conhecimento por atores e atrizes que, em suas ações, objetivam a construção da igualdade racial – nos diversos âmbitos dos direitos sociais – para que as crianças negras brasileiras tenham infâncias dignas e equânimes.

Lucimar Dias

lucimar_dias@uol.com.br

Professora da Universidade Federal do Paraná no curso de Pedagogia. Atua no Programa de Pós-Graduação em Educação do Setor de Educação na Linha de Educação: Diversidade, Diferenças e Desigualdades. Coordenadora do NEAB – Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UFPR. Trabalhou na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (Campus de Três Lagoas) de 2009 a 2013. Fez o doutorado em Educação na Universidade de São Paulo e mestrado na UFMS. Sua experiência em docência começou nas séries iniciais do ensino fundamental em redes públicas e privadas. Suas pesquisas e atividades de extensão enfatizam a diversidade étnico-racial e práticas promotoras da Igualdade Racial na Educação Infantil, Formação de Professores/ras e Currículo. Realiza consultoria desde 2003 em diversos programas desenvolvidos pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT e MEC. Co-autora da Coletânea Outras Histórias … Culturas Afro-brasileiras e Indígenas e a autora do livro infantil “Cada um é de um jeito, cada jeito é de um”. Possui vários artigos publicados em revistas, periódicos e jornais sobre políticas de educação infantil e a diversidade étnico-racial.

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Ione da Silva Jovino

ionejovino@gmail.com

Possui graduação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997), mestrado em Educação (2005) pela Universidade Federal de São Carlos e doutorado em Educação (2010) e atualmente faz estágio de Pós-doutorado em Educação (inciado em janeiro de 2017) na mesma universidade. Docente do Departamento Estudos da Linguagem da UEPG, na área de Estágio de Língua Portuguesa e Literatura, e do Mestrado em Linguagem, Identidade e Subjetividade, tendo atuado na Coordenação do Programa de agosto de 2013 a dezembro de 2016. É integrante do Núcleo de Relações Étnico-raciais, Gênero e Sexualidade da UEPG no qual participa de ações de pesquisa e extensão, bem como em cursos de formação de professoras e professores. Atuou no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência e na produção de material didático para o ensino de línguas na perspectiva das africanidades e da educação das relações étnico-raciais, ligada ao subprojeto PIBID Letras/Espanhol-Português. Trabalha com os seguintes temas: criança, infância e raça; literatura infanto-juvenil e relações étnico-raciais; educação e diversidade étnico-racial-cultural; iconografia e representação; desigualdades no plano simbólico.

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EIXO 11: Educação, relações étnico-raciais e juventudes negras

Este Eixo considera a heterogeneidade da condição e situação juvenil negra em face das relações-étnico-raciais, com as repercussões e demandas nas políticas sociais em diferentes dimensões (trabalho, educação, saúde, cultura, entre outros). Considerando a diversidade de expressões das práticas culturais juvenis, a multiplicidade dos campos de ação coletiva dos jovens negros, e as tensões e complexas perspectivas da construção de sua identidade coletiva e subjetiva, se intenciona aproximar interlocuções entre repertórios teóricos e recortes temáticos voltados para estudos sobre juventudes negras, com ênfase em: culturas, identidades, participação política, sexualidades, tecnologias, sociabilidades, processo educativos escolares e não escolares. Além de compartilhar pesquisas e perspectivas temáticas sobre a realidade da experiência juvenil negra no contexto do sul do Brasil.

José Nilton de Almeida (UFRPE)

joseniltonalmeida@gmail.com

Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (1985), mestrado em Fundamentos da Educação pela Universidade Estadual de Maringá (1994), e doutorado em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) com foco na trajetória de jovens negros diante de processos de desigualdades e discriminações raciais. Pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC (2013), com estudos sobre experiências institucionais em torno das políticas de ação afirmativa no ensino superior público. Atualmente é professor adjunto I no Departamento de Educação, na Universidade Federal Rural de Pernambuco/UFRPE, onde atua na Área de Fundamentos da Educação,. Desde final de 2014, integra o Conselho de Curadores da universidade e coordena o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros/NEAB, onde atua participando de atividades de extensão e pesquisas com foco na área de formação de profissionais da Educação, em políticas públicas educacionais, em direitos humanos e em estudos raciais e educação para as relações étnico-raciais.

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Camila da Silva Santana (UFSC)

camilasantaana@gmail.com

Mestranda em educação na linha- Ensino e formação de Educadores da Universidade Federal de Santa Catarina. Formada no Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Violências – NUVIC (Centro Ciências da Educação Universidade Federal de Santa Catarina) e Alteritas – grupo de estudos e pesquisas sobre Diferença, Arte e Educação – Pesquisadora no Projeto de Pesquisa Ações Afirmativas: Ensino, Pesquisa e Extensão na perspectiva da educação das relações étnico e -raciais.

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Carina Santiago dos Santos (PMF e NEAB/UDESC)

cahsantiago@gmail.com

Possui graduação em História – Bacharelado e Licenciatura pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC (2005). Possui Mestrado em Ensino de História pelo Programa de Pós-Graduação em História, da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC (2016). Pesquisadora Associada do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros – NEAB-UDESC. Tem experiência na área de História, com ênfase em História, atuando principalmente nos seguintes temas: história, educação das relações étnico-raciais, diversidade e ação afirmativa.

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EIXO 12: Segurança pública, violência e racismo

O Mito da Democracia Racial tem sido um dos responsáveis pela impunidade do racismo no Brasil, a violência urbana tem crescido alarmantemente e a sociedade segue inerte aos acontecimentos. Por isso, esse eixo temático acolhe pesquisas que  analisam indicadores sociais que articulam violência e racismo com desvantagem econômica, política, social e cultural para a população negra, em especial o homem jovem negro. O Abandono do Estado e a falta de políticas públicas em áreas de riscos sociais onde boa parte da população negra reside não pode ser ignorado, como foco das pesquisas, bem como a ideia do “elemento suspeito” tratado por Silvia Ramos são cruciais a este debate. São imensuráveis os desafios para o combate ao racismo diante da realidade política-social do país, com uma segurança pública falida e despreparada às quais merecem atenção nas discussões e pesquisas acadêmicas. É fundamental para haver mudanças reais nesse contexto serem firmadas parcerias, trocas de experiência e aprimoramento das pesquisas.Por fim, o sonho de consumo criado pelo atual sistema político econômico e disseminado pelos meios de comunicação tem colaborado diretamente para este estado de discriminação e criminalidade.

Emiko Liz Ferreira (UFSC)

emiko9179@gmail.com

Possui graduação em Bacharelado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (1994). Especialização em Processo Civil pela Fundação José Arthur Boiteux/UFSC. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Educação da UFSC, membro do grupo de pesquisa ALTERITAS/UFSC, atualmente é professora da Faculdade Anhanguera – São José e sócia proprietária – Escritório Particular de Advocacia. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Processual Civil, atuando principalmente nos seguintes temas: família, mediação, acesso a justiça, responsabilidade civil, ações afirmativas e racismo. É presidente da Comissão de Igualdade racial da OAB/SC e vice-presidente da Comissão da verdade sobre a escravidão negra no Brasil da OAB/SC.

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EIXO 13: Negros(as), ciências exatas e tecnológicas

O eixo temático acolhe pesquisas que abordem a participação de negras e negros no campo das Ciências Exatas e Tecnológicas e o legado científico e tecnológico afro brasileiro e africano para o conhecimento universal.

William  Gerson Matias (UFSC)

william.g.matias@ufsc.br

Possui graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina (1987), Mestrado (DEA) em Toxicologie de l’Environnement – Université de Metz (1993) e Doutorado Em Toxicologia Ambiental – Universite de Bordeaux II (1996). Pós-doutorado na Université du Québec à Montreal en Nanotoxicologia (2010). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Santa Catarina, Dep. de Engenharia Sanitária e Ambiental. Foi chefe do Departamento entre 2007 e 2008. Foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental entre 2012 e 2016. Foi Conselheiro na Câmara de Pós Graduação e Conselho Universitário da UFSC (2014-2016). É membro do Comitê de Ações afirmativas da UFSC. Tem experiência na área de Engenharia Sanitária e Ambiental, com ênfase em Qualidade da Água e Toxicologia Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: Toxicidade de Efluentes e Águas Naturais, Genotoxicidade, Florações de Algas Tóxicas, Biotoxinas Marinhas, Análise de Risco Toxicológico e Nanotoxicologia.

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EIXO 14: Memória e patrimônio negro no Sul do Brasil

Interessa-nos neste eixo pesquisas que abordem temas relacionados às questões que envolvem cultura, memória, história e patrimônio das populações negras no Brasil, a partir de uma abordagem epistemológica que assuma o legado africano como uma precondição essencial para desenvolver o conhecimento. Interessa-nos também promover um debate crítico, teórico e empírico sobre as relações entre memória, patrimônio e as culturas africanas e afro-brasileiras na organização dos espaços de sociabilidade das identidades diaspóricas negras, a partir de um olhar afrocentrado, afroreferenciado e suas especificidades na Região Sul. Este eixo aponta ainda para estudos que tratem sobre a memória das populações negras nos espaços que emergem dos movimentos LGBT e o pensamento de mulheres negras. Busca-se também conhecer e refletir criticamente sobre pesquisas acadêmicas relacionadas às comunidades negras nos Pontos de Memória, Pontos de Cultura, museus comunitários, ecomuseus, museus de cultura negra, comunidades quilombolas, comunidades de terreiro, comunidades tradicionais e clubes sociais negros.

Giane Vargas Escobar (UFSM)

giane2.vargasescobar@gmail.com

Doutora em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação pela Universidade Federal de Santa Maria – POSCOM/UFSM (2017), na linha de pesquisa Mídia e Identidades Contemporâneas. Foi Professora Substituta do Curso de Bacharelado em Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul -UFRGS (2015-2016). Realizou estágio de Doutorado Sanduíche no Programa Doutoral em Estudos Culturais (PDEC), pelas Universidades de Aveiro-Minho, em Portugal (2014), no Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro, com bolsa CAPES. É Conselheira da Fundação Cultural Palmares-MinC como representante da academia. É Mestre em Patrimônio Cultural pela UFSM (2010). Especialista em Museologia pelo Centro Universitário Franciscano/UNIFRA (2002). Graduada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição/FIC (1988). É responsável pelo Projeto Museológico de criação e revitalização do Museu Treze de Maio de Santa Maria, o primeiro museu da cultura afro-brasileira do Estado do RS, atuando como Diretora Técnica no período 2003-2012. Coordenadora Executiva do projeto Portal para os Clubes Sociais Negros do Brasil desde 2009. Foi agraciada pela Fundação Manneby com o prêmio “Museum Prize Winner 2014”, na cidade de Gotemburgo, na Suécia.Tem experiência na área de educação, gestão, preservação de acervos e conservação de bens culturais, Museologia e Patrimônio Cultural, com ênfase em Museologia Social e Comunitária. Tem interesse nos seguintes temas/áreas: Comunicação, Estudos Culturais, mulheres negras, clubes sociais negros, cultura afro-brasileira, museus comunitários e ecomuseus. Membro efetivo da Associação Brasileira de Ecomuseus e Museus Comunitários, a ABREMC. É pesquisadora associada à ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. É investigadora voluntária na Agência Irenne de Comunicação e Educação para a Cidadania e Igualdade de Género do PDEC. Membro do Grupo de Pesquisa Estudos Culturais e Audiovisualidades do Curso de Comunicação da UFSM e do Grupo Género em Discussão, do Programa Doutoral em Estudos Culturais da Universidade de Aveiro, em Portugal.

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Mônica do Nascimento Pessoa (UDESC)

monicapessoa2@gmail.com

Graduada em História pela Universidade Vale do Acaraú (2011) e Mestre em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville (2015). Atualmente é doutoranda no Curso de História do Tempo Presente na Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) no Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), fazendo parte do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB/SC), participando do Grupo de Pesquisa: Ensino de História de Áfricas em Santa Catarina: Questões e Perspectivas.Vinculada a linha de pesquisa: Culturas Políticas e Sociabilidades. Tem experiência na área de História, atuando principalmente nos seguintes temas: Marabaixo, Afrodescendência, Patrimônio Cultural, Memória Social e Currículo.

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EIXO 15: Psicologia, racismo e branquitude

O Eixo Temático  Psicologia, racismo e branquitude  tem como objetivo contribuir para a ampliação do debate entre pesquisadores  das relações raciais e psicólogos que, em suas várias frentes de trabalho, têm sido interpelados pela problemática das relações raciais, e para aprofundar a reflexão sobre os discursos e as práticas da Psicologia ao longo de sua história no que diz respeito a essa questão. Neste sentido a proposta é pensar como Psicologia Brasileira, tem se atentado à necessidade de ampliar o debate sobre os fenômenos sociais relacionados ao racismo no que se refere não só às estruturas sociais que afetam a população negra na dificuldade de acesso aos recursos públicos, como educação e inserção no mercado de trabalho, mas também aos aspectos relacionados às dimensões psicossociais e constitutivas de subjetividades. Pretende-se  aqui acolher trabalhos que façam uma discussão sobre as contribuições da psicologia para a compreensão das relações raciais brasileiras; trabalhos que tragam contribuições teóricas para a compreensão do racismo e do sofrimento psicossocial advindo deste,  trabalhos que apresentem diferentes práticas e atuações de psicólogos para a promoção de igualdade racial, e por último  trabalhos que discorram sobre a produção de subjetividades brancas e negras em uma sociedade estruturada pelo racismo, para isto trabalhos que discorram sobre as produções de identidades, portanto os temas negritude e branquitude também serão abordados neste eixo temático.

Lia Vainer Schucman (USP)

liavainers@gmail.com

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003), mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006) e doutorado em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (2012) Com estagio de Doutoramento no Centro de Novos Estudos Raciais na Universidade da California, Santa Barbara. Atualmente é bolsista FAPESP na pesquisa de pós-doutoramento “Familias Inter-raciais, estudo psicossocial das hierarquias raciais em dinâmicas familiares” pela USP. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em movimentos sociais, atuando principalmente nos seguintes temas: racismo, psicologia social, branquitude, movimentos sociais e Publicou recentemente o livro “Entre o encardido, o branco e o branquissimo:Branquitude, Hierarquia e Poder na Cidade de São Paulo.

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Josafá Moreira da Cunha (UFPR)

josafas@gmail.com

É graduado em Psicologia, Mestre e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Paraná. Tem experiência em Psicologia e Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: discriminação, bullying e vitimização entre pares, interações alunos-professores, desempenho acadêmico. Membro eleito do Conselho Executivo da Society for Research of Adolescence (2012-) e da International Society for the Study of Behavioral Development (2014-), representante eleito de Estudantes e Jovens Profissionais no International Affairs Committee da Society for Research of Child Development (2013-), Social Media Editor da International Society for the Study of Behavioral Development (2010-). Atua como Professor Adjunto no Departamento de Teoria e Fundamentos da Educação da Universidade Federal do Paraná.

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 EIXO 16: História da África e da Diáspora

O Grupo de Trabalho aqui proposto tem a intenção de estimular a apresentação de trabalhos dedicados ao estudo das sociedades africanas e diaspóricas do passado e do presente. Serão bem vindos textos que tratem de temas vinculados às formas de exercício do poder (formações estatais antigas; micro-estados, macro-estados; relações internacionais; Estados-nações; protetorados; hierarquias e contestação política; revoltas, guerras e revoluções); aos vínculos sociais (relações de classe, relações de parentesco, relações etárias, relações sexuais e de gênero, relações comunitárias, relações familiares, redes de solidariedade, hierarquias sociais); às formas de expressão sócio-cultural  (artísticas, religiosas, tradições orais e oralidade, testemunhos escritos, literatura, teatro, cinema, formas de comunicação tradicionais e modernas) e cultura material (subsídios arqueológicos, artesanato, técnicas e tecnologia, culturas alimentares, artesanato e indústria)  dos povos situados nas diversas áreas do continente africano, das origens aos dias atuais. Paralelamente, serão aceitos trabalhos que tratem das experiências dos africanos e seus descendentes em contextos diaspóricos na América e na Europa, como estudos e reflexões que tratem das adaptações  e recomposições das visões de mundo e instituições de matriz africana e suas implicações sócio-culturais. Também serão contemplados trabalhos que observem as formas como os povos negros da África e suas diásporas foram e são representados.

Hilton Costa (UEM)

angolapr@gmail.com

Graduado em História pela Universidade Federal do Paraná (2002), Mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004), Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (2010), Doutor em História pela Universidade Federal do Paraná (2014). Áreas de interesse e pesquisa são: História dos Intelectuais e das Intelectuais, História das Ideias, Relações Raciais no Brasil, Sociologia do Conhecimento. Professor Adjunto do Curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR).

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José Rivair Macedo (UFRG)

jrivair@uol.com.br

Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade de Mogi das Cruzes (1985) e doutorado em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1993). Atualmente é Professor Titular no Departamento de História da UFRGS; professor do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS, pesquisador do CNPQ desde 1995, com Bolsa de Produtividade em Pesquisa Nível 1D; Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos da UFRGS; Coordenador da Rede Multidisciplinar de Estudos Africanos do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados da UFRGS. Tem experiência na Área de História, com ênfase em História das Sociedades Africanas Antigas, atuando principalmente nos seguintes temas: africanos e portugueses no contexto da abertura do Atlântico (séculos XV-XVII); fulas e mandingas na Senegâmbia e na Guiné (séculos XV-XVIII); tendências de abordagem da africanologia. Desde 2007 vem atuando na produção e divulgação do conhecimento da história das sociedades africanas, tendo coordenado a publicação do livro Desvendando a História da África (EDUFRGS, 2008), História da África (Coleção Síntese Universitária, Ed. Contexto, 2013) e coordenado o projeto de cooperação entre a UFRGS e a Secretaria de Educação Continuada, Educação e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD-MEC) que resultou na produção do Vídeo-documentário Viajando pela África com Ibn Battuta (2010). Realizou estágio sênior da CAPES junto à Universidade de Lisboa, com o plano de atividades em torno do tema: “Portugueses e africanos no contexto da abertura do Atlântico” (2012). É sócio da Academia Portuguesa da História e da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, e da Comissão Editorial da Revista da ABPN.

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EIXO 17: Mídia e negritude

O Grupo de Trabalho propõe reunir pesquisas que abordem criticamente produtos, processos e fenômenos comunicacionais e midiáticos, relacionados à negritude, racismo, anti-racismos e o direito à informação e a produção desta nas culturas contemporâneas e históricas. Interessa também os saberes que emergem das relações entre tecnologias de comunicação e informação e as culturas locais, regionais ou globais em tempos de convergência de mídias e de sentidos. Consideram-se com isso, estudo sobre produção, experiências, leituras e consumo cultural e midiático, bem como os processos de interação, apropriação, representação, imersão, uso e afetação pelas diferentes formas de comunicação – da interação pessoal ao digital. Atenta-se igualmente para autores, teorias e metodologias acionadas nestas pesquisas e a avaliação crítica dos processos de investigação.

Sátira Pereira Machado (UNIPAMPA)

satira.spm@gmail.com

Professora Adjunta no Bacharelado em Produção e Política Cultural da Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Jaguarão-RS). Pós-Doutoranda em Comunicação no POSCOM/UFSM (2016). Doutora em Comunicação (Unisinos, 2013). Mestra em Letras (PUCRS, 2000), Bacharel em Comunicação (Famecos, 1995), Habilitação para o Magistério (IE, 1988). Coordenadora executiva do Projeto RS Negro (http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/rsnegro/). Líder do Grupo de Pesquisa “CriaNegra: Cultura, Comunicação e Educação” (CriaNegra/CNPq), membro do NEABI Unipampa, diretora de relações internacionais da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e membro da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais de Educomunicação (ABPEducom). Atua na área de Comunicação, com ênfase na educomunicação e sua interface com as artes; a gestão e a produção cultural; a cidadania; os estudos de raça/etnia e de gênero; com foco nas culturas afro-brasileiras.

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Deivison Moacir Cezar de Campos (ULBRA)

deivisondecampos@gmail.com

Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Jornalista formado pela Unisinos e mestre em História Social pela PUCRS, com especialização em História Contemporânea na Fapa. Coordena o Bacharelado em Jornalismo, os cursos de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, e o Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena da Universidade Luterana do Brasil. Integra o grupo de instituição da área de Comunicação da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em práticas jornalísticas, mídias sonoras e pesquisa em Comunicação. Realiza estudos sobre o negro na sociedade brasileira, com ênfase em pertencimento, experiência estética e música.

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EIXO 18: Saúde da população negra

Consiste em espaço de reflexão sobre as políticas públicas voltadas à saúde da população negra, tratar da real e efetiva implantação das políticas de saúde nos municípios, trabalhar temas voltados para a segurança do paciente, atenção aos agravos de saúde prevalentes na população negra, determinantes sociais de saúde e seus desdobramentos de cuidado e assistência humanizada, buscando o combate ao racismo institucional. E ainda considerando que a melhoria dos serviços de saúde, e o aumento da resolutividade com o incremento de diferentes abordagens de atenção á saúde, como as terapêuticas tradicionais, são prioridades na atenção aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), busca-se também fortalecer a relevância das políticas públicas e a interface com as práticas e saberes da população negra sobre saúde e doença, das práticas em saúde tradicionais de matriz africana, que apresentam bem como na busca de estratégias de educação em saúde refletindo-se na formação de profissionais de saúde com perfil para atuar no SUS.

Camila Carvalho de Souza Amorim (SMS-PMF)

camilacarvalhoamorim@gmail.com

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (2015). Atualmente, residente de Medicina de Família e Comunidade pela Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis. Foi bolsista da Universidade Aberta do SUS – UNASUS/UFMA; National Exchange Officer na International Federation of Medical Students’ Associations e Coordenadora de Estágios e Vivências na Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM). Ex-estagiária do Laboratório de Estudos Genômicos e Histocompatibilidade (LEGH) do Hospital Universitário-UFMA. Foi monitora da disciplina de Imunologia e membro das Ligas Acadêmicas de Pediatria (LAPED) e Vascular (LAVASC).

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Fernanda Souza de Bairros (UFRGS)

fernandabairros@gmail.com

Nutricionista (2004) e Mestre em Saúde Coletiva (2006) pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Doutorado em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul , com período de Doutorado Sanduíche na Agència de Salut Pública de Barcelona, Espanha (2013). Pós-doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade do Vale do Rio do Sinos (2016). Atualmente é Professora Adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuando no Curso de Bacharelado em Saúde Coletiva e no Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Atua também como pesquisadora colaboradora no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Possui experiência nas áreas de Nutrição, Saúde Coletiva e Epidemiologia. Desenvolve ensino, pesquisa e extensão principalmente nos seguintes temas: iniquidades em saúde, raça/cor, gênero e segurança alimentar e nutricional.

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Francis Solange Vieira Tourinho (UFSC)

francistourinho@gmail.com

Atualmente é Secretária de Ações Afirmativas e Diversidades, SAAD/UFSC. Professora Adjunto IV do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Editora Associada da Revista Texto e Contexto Enfermagem. É membro fundadora do Laboratório de Inovação tecnológicas em Saúde – LAIS/HUOL/UFRN, Vice- Líder do Laboratório de Investigação do Cuidado, Segurança, Tecnologias em Saúde e Enfermagem – LABTEC/UFRN, Vice-Líder do Grupo de Pesquisa Cuidando e Confortando – C&C/UFSC e colaboradora do Curso FAIMER-BR. Tem experiência na área de Enfermagem, atuando principalmente nos seguintes temas: pesquisa clínica em enfermagem, ensino de profissionais de saúde, enfermagem pediátrica, segurança do paciente, uso racional de medicamentos, urgências e emergências, tecnologias em saúde . Possui graduação em Graduação Em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), aprimoramento em Enfermagem Toxicológica pela Universidade Estadual de campinas (1994), mestrado em Farmacologia pela Universidade Estadual de Campinas (2000) e doutorado em Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade Estadual de Campinas (2008). Possui Título de Especialista em Enfermagem Pediátrica pela SOBEPE (2003). Fellow FAIMER-BR 2011. Foi pesquisadora no Laboratório de Telemedicina do HU na Universidade Federal de Santa Catarina com bolsista de desenvolvimento tecnológico I (DTI – I) . Foi Coordenadora de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFSC. professora do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atuando na graduação e Pós graduação de enfermagem (Mestrado e Doutorado Acadêmico). Coordenadora do PET-Saúde, Coordenadora Operacional do Doutorado Inter-Institucional em Enfermagem UFSC/UFRN. 

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EIXO 19: Pretas e Pretos nas encruzilhadas da antropologia

O GT se propõe a discutir, refletir e compartilhar experiências acerca das vivências das pretas e dos pretos na antropologia. Propõe-se a abertura de um espaço para conhecer e debater os temas de pesquisa, ensino e extensão nos quais atuam as pretas e os pretos no âmbito acadêmico da disciplina. Nesse contexto, cabe instigar relatos e discussões sobre as condições de ingresso e permanência nas universidades, encontradas nas especificidades da Antropologia, seja na graduação ou pós-graduação e na docência. Reflexões a respeito da intersubjetividade dessas pesquisadoras e desses pesquisadores frente a seus temas de investigação, seu posicionamento e estratégias adotadas, bem como a forma de inserção e tratamentos dados às pautas que se referem à população negra durante a formação das antropólogas e antropólogos, especialmente durante as pesquisas que atuam na área em questão. Para além dos espaços encontrados na academia buscamos debater a constituição de outros espaços profissionais de atuação das antropólogas e dos antropólogos, bem como os relatos de sua inserção no campo profissional, êxitos e dificuldades encontradas. Como plano de fundo dos debates, interessa pensar as relações interdisciplinares que se impõem aos pesquisadores na construção de uma antropologia que volta seu olhar sobre as questões raciais ao investigar assuntos ligados às tradições de matriz africana, classe, gênero, patrimônio, memória, educação, às epistemologias silenciadas, entre outros. Neste GT teremos a oportunidade tanto de dialogar sobre nossas áreas de atuação acadêmica, atuação profissional em outros órgãos, entidades e instituições, as relações interdisciplinares para atuarmos sobre os temas raciais, como a partir de nossas experiências e vivências enquanto antropólogas/as pretas/os.

Angela Maria de Souza  (UNILA)

angela2508@gmail.com

Pró-Reitora de Extensão da UNILA – Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Catarina (1994), Mestrado (1998) e Doutorado (2009) em Antropologia Social e Pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, na mesma Universidade. É Docente da UNILA no curso de Antropologia e no Mestrado PPG-IELA – Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos Latino Americanos. Coordena o NEALA – Núcleo de Estudos Afro Latino Americanos. É associada da ABA – Associação Brasileira de Antropologia e da ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Afro Brasileira e Antropologia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: movimento hip hop, rap, relações étnico-raciais, Mulheres Negras, diáspora, consumo, música, ações afirmativas. Atua e coordena Projetos de Extensão na área de Educação das Relações Étnico-raciais com professores da rede pública de ensino para a implementação das Leis 10.639/03 e 11.645/08.

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Cauane Gabriel Azevedo Maia (UFSC)

cauanemaia26@gmail.com

Atualmente busco investir na carreira acadêmica, com ênfase em assuntos étnico raciais e feminismo negro, enquanto mestranda de antropologia social e graduanda de ciências econômicas.

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Carla Brito Sousa Ribeiro (UFSC)

cbsribeiro@yahoo.com.br

Graduada em Museologia pela Universidade Federal de Ouro Preto, é atualmente mestranda no Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina. Possui experiência nas áreas de Análise do discurso Museológico, Discurso sobre o negro nos museus brasileiros, Museologia Comunitária, Arqueologia Regional e Arqueologia Indígena. Participou do programa de monitoria da disciplina Museologia e Educação, ministrada pelo mesmo curso em que se graduou e estagiou durante um ano no Museu Comunitário da Serra de Ouro Preto. É pesquisadora associada do Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas (NUER UFSC) e voluntária no projeto Territórios do Axé -Mapeamento das religiões africanas na Grande Florianópolis/SC.

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Marcelo da Silva (UFRGS)

marcelussetecordas@yahoo.com.br

Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1989), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1996), doutorado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001) e pós-doutorado no Watson Institute for International Studies/Brown University (2008). Desde 1999 é professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, integrando o Programa de Pós-Graduação em Sociologia e o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural. Tem experiência na área de Sociologia Política, com o desenvolvimento de pesquisas nos seguintes temas: democracia, cidadania, conflitualidade, participação social, orçamento participativo, conselhos de políticas públicas, associativismo, movimentos sociais e engajamento militante. Coordena o Grupo de Pesquisa Associativismo, Contestação e Engajamento.

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Waldemir Rosa (UNILA)

waldemir.rosa@unila.com.br

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás (2001), mestrado em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (2006) e doutorado também em antropologia social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014). Atualmente é professor de Antropologia, sub-área Diáspora Africana na América Latina e Caribe, na Universidade Federal da Integração Latino-Americana – UNILA. Temas de pesquisa: antropologia urbana, relações raciais, relações de gênero (enfoque em masculinidades), políticas afro-reparatórias, epistemologias do Sul, antropologia da educação e das políticas públicas.

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EIXO 20: Filosofia africana e o pensamento da afrodiáspora

Este Grupo de Trabalho objetiva estabelecer uma reflexão acerca das contribuições da Filosofia Africana no pensamento, tendo em vista a encarnação e a atualização da ancestralidade africana no mundo, bem como o fato de suas contribuições serem invisibilizadas pelo pensamento ocidental colonial. As reflexões abordarão a identidade negra e as condições de reconhecimento por meio da africanidade. Também serão analisadas as estruturas, os modos de ser e o potencial de destruição do mundo e da humanidade pela colonialidade. Desta forma, os trabalhos privilegiarão temas oriundos dos filósofos africanos e dos pensadores que refletem sobre a afrodiáspora no Brasil e nos demais países da América Latina. Pretende-se projetar um novo significado aos modos de ser, pensar e conviver de mulheres, homens e suas diversidades sexuais e raciais, mediados pelos conhecimentos da filosofia e ciências contemporâneas.

Ivo Pereira de Queiroz (NEABI-UTFPR)

ivoaxe@gmail.com

Possui graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1985) e mestrado em Tecnologia pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2001). Concluiu doutorado em Tecnologia, pela UTFPR (2013). Atualmente é professor da UTFPR, onde ministra aulas de Filosofia, Ética, História, Sociologia e Metodologia de Pesquisa e Presença Africana no Brasil: Tecnologia e Trabalho. Atua principalmente nos seguintes temas: Africanidades (Consciência negra. Educação das Relações interétnicas. Escravidão. Racismo). Cidadania. Educação Tecnológica. Epistemologia. Tecnologia.

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Sergio Luis do Nascimento (PUC-PR)

axesergio@yahoo.com.br

Doutor em Educação pela UFPR na linha de Políticas Educacionais. Possui graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1998), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Paraná (2009). Atualmente é professor – Secretaria Estadual de Educação do Paraná e professor de Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná – experiência na área de Educação, com ênfase em Filosofia da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: discursos racistas e relações raciais, relações raciais, livros didáticos, educação e currículo.

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Abel Ribeiro dos Santos (PUC-PR)

abel0206@hotmail.com

Possui mestrado em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela UFPR. Especialização em Gestão de Políticas Públicas e Cidadania pelas Faculdades Bagozzi. Especialização em Direitos Humanos pela Pontifícia Universidade de Goiás e Graduação em filosofia pela Universidade São Francisco. Atualmente é professor de filosofia, ética e cultura religiosa na PUC (Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

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Roberto Jardim da Silva (NEAB-UFPR)

robertojardimdasilva@gmail.com

Doutorando em Sociologia pela UFPR. Mestre em Sociologia pela UFPR (2014), tendo feito parte do mestrado na Université Sorbonne Nouvelle Paris III (2012/2013). Graduado em Ciências Sociais pela UFPR (2011), tendo sido feito um ano da graduação na Université Lumière Lyon 2, (2009/2010). Graduação interrompida em Filosofia pelo Seminário Maior do Nordeste de Minas Gerais (1998 – 2000). Foi professor de francês do CELINT TUIUTI e do CELIN UFPR. Participa do grupo de tradução francês/português do (NEAB e DELEM UFPR/). Participa do Nücleo de Estudos de Gênero da UFPR. Tem experiência na área de Ciências Sociais, com ênfase em Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Relação Brasil/França, Relações étnico-raciais, Sociologia brasileira. Recentemente está adentrando nos estudos de Filosofia pós-colonial francófona africana dos camaroneses Marcien Towa e Foe Knolo e do Congolês Théophile Obenga.

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