Cores de Aidê

Apresentação: Segunda-feira, dia 10 de julho às 18h20min

Cores de Aidê é uma banda percussiva de samba reggae formada por mulheres diversas que, por meio da arte, evidencia as potencialidades e o protagonismo feminino. A Banda Cores de Aidê conta com 11 mulheres na atual formação: Aline Martins, Bê Sodrê, Carla Luz, Cauane Maia, Cris Fernandes, Dandara Manoela, Fernanda Jerônimo, Kadza Darboe, Laila Dominique, Nattana Marques e Sarah Massí.  Formada em 2015 no Morro do Quilombo, a banda possui composições, arranjos e coreografias próprias, mesclando a dança, a percussão e o canto como manifestação da cultura afro, sempre com a preocupação em debater questões sociais, principalmente raciais e de gênero.

Link do primeiro single da banda:

Negro Rudhy

Apresentação: Terça-feira, dia 11 de julho às 13h30min

Atividade Cultural

Apresentação: Terça-feira, dia 11 de julho às 18h30min

Marcelo da Silva e Verônica Kimura

Apresentação: Quarta-feira, dia 12 de julho às 18h

Lançamentos de Livros

Os lançamentos e sessões de autógrafos de livros ocorrerão no dia 12 de julho (quarta-feira),
às 19h, no Centro de Cultura de Eventos.

Lisandra Barbosa Macedo Pinheiro e Hilton Fernando da Silva Pinheiro

Apresentação: Quinta-feira, dia 13 de julho às 9h

Dandara Manoela dos Santos e convidados/as

Apresentação: Quinta-feira, dia 13 de julho às 14h

É cantora, compositora e intérprete. Quando criança cantava na igreja, onde teve sua primeira formação musical, com aulas de teclado, canto coral e contato com bandas. Profissionalmente atua há 3 anos, desde que se mudou para Florianópolis. Lançou um CD junto com a banda de MPB autoral Seu Baldecir, com quem realizou shows pela cidade e região. Em 2015, Dandara Manoela, a convite de Sarah Massí,  torna-se uma das percussoras e vocalista da banda de samba raggae, Cores de Aidê, formada por mulheres e, no ano seguinte, passa também a atuar como organizadora do bloco da mesma, com o intuito de estender a força, empoderamento e conexão com o tambor a mais e mais mulheres. Com essa conexão, Dandara também cria mais intimidade com a percussão e, especificamente, com o instrumento repique, a partir de oficinas ministradas por Sarah Massí, regente da banda/bloco, como também por mestres da Bahia, Pacote do Pelô e Junior Souza, nomes influentes do samba reggae em Salvador. O instrumento virou companheiro em participações que a artista teve com outros projetos.

Em 2015 e 2016, estudou canto e teoria musical nn Escola Livre de Música (ELM), tendo como professores Julia Muniz, Cássio Moura, Leandro Fortes e Márcio Bicacco.

Em 2016, Dandara Manoela entra no cenário do samba, fazendo parte de rodas, com grupos diversos. Participou pela primeira vez do “Mulheres do Samba”, ao lado de grandes cantoras e instrumentistas, maturando sua identidade enquanto artista na Ilha.

Atualmente a cantora tem se dedicado às suas criações e ao planejamento do seu primeiro álbum solo, que tem como objetivo ser um “Retrato falado”, na intenção de ser denuncia e expressão, riso e choro, registrando a história de luta e força que a artista, enquanto mulher negra, e suas ancestrais passaram pra chegar até aqui.

Eloísa Gonzaga e Afro Latinô

Apresentação: Quinta-feira, dia 13 de julho às 16h

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